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Exposição “Maria Pedro Olaio – Cerâmica”

Mai 29, 2023 – 09:00 Atualizado: Mai 29, 2023 – 09:27

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz informa, que estará patente, de 20 de Maio a 17 de Setembro, na Sala 2, a exposição “Maria Pedro Olaio – Cerâmica”. A inauguração desta mostra realiza-se no próximo sábado, 20 de Maio, pelas 16h00.

A exposição “Maria Pedro Olaio – Cerâmica” reúne um conjunto de obras representativas do seu percurso enquanto ceramista.

A artista, natural de Coimbra, mostra assim uma exposição de cariz retrospectivo, utilizando a porcelana como retórica, numa linguagem que assenta na ideia do amor, e nas suas várias formas de se expressar.

Uma reflexão que não se resume ao amor coloquial dos amantes, mas a uma manifestação mais ampla e vasta do tema. Por meio das mãos experientes da artista, vai-se decalcando, sobre a matéria fluída e contínua, o declive da vida, as suas transmutações, a curva primordial.

Maria Pedro Olaio está atenta à condição do mundo, tal como se afigura na actualidade. Inquieta-se com as desigualdades que se vislumbram hoje no seio do homem. Consciente da sua fragilidade e transitoriedade, percepciona-as através das subtilezas que a matéria lhe oferece. As formas, por sua vez, tremeluzentes, adensam-se umas às outras, e exalam, hesitantes, as incertezas preconizadas pelo humano.

Horário de visita:
Segunda a quinta-feira: 09h00 às 23h00
Sextas-feiras: 09h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

Entrada é livre.

DESCLA

Maria Pedro Olaio. Pieza destacada del 18 de mayo de 2023

18 de mayo de 2023

El CAE, Centro de Artes e Espectáculos de Figueira da Foz, Portugal, tiene programada del 20 de mayo al 17 de septiembre la exposición de cerámica de la artista Maria Pedro Olaio

La portuguesa Maria Pedro Olaio introduce en sus obras materiales que no se suelen encontrar en las obras cerámicas, como en la pieza de esta semana, en la que encontramos Hilo metálico y “Sugru”, un tipo de adhesivo moldeable.

Foto: Maria Pedro Olaio. Porcelana y Sugru.

Página web: www.mariapedroolaio.com 

infoceramica

Ceramistas del mundo, María Pedro Olaio

domingo, 12 de julio de 2015

in Cerámica Complementaria FDA La Plata; Facultad de Artes | Universidad Nacional de La Plata | Argentina

FDA La Plata

Exposición de Maria Pedro Olaio

infoceramica

11 de julio de 2014

La exposición itinerante titulada Passado Imperfeito, de  Maria Pedro Olaio, se podrá visitar del 3 de julio al 30 de agosto en el Museo de Aveiro. Esta exposición comenzó su andadura en la Academia das Artes de Ponta Delgada y posteriormente paso por Coimbra, en el Mosteiro de Santa Clara a Velha.

Esta exposición muestra las cerámicas creadas por la ceramista portuguesa Maria Pedro Olaio en las que ha experimentado la unión del arte con la naturaleza, mediante la acción de los micro-organismos presentes en las fuentes termales de las Islas Azores, en donde reside actualmente.

Maria Pedro Olaio nació en Coimbra y vive en las Islas Azores desde 2011. Es licenciada en Cerámica y ha expuesto, entre otros lugares, en Bruselas (Bélgica), León (España), Coimbra,  Aveiro, Madeira y Azores. “Passado Imperfeito” es un proyecto interdisciplinar que pone en sintonía el arte y la naturaleza. El proyecto integra un vídeo realizado por la cineasta portuguesa Graça Castanheira.

Wladimir Vivas

María Pedro Olaio es la artista responsable de una interacción sin precedentes con la naturaleza en la creación de piezas de cerámica. Todo su trabajo se realiza en las Azores, con un proceso creativo que se inicia con el uso de la arcilla en su estado puro en la isla de Santa María, y la coloración realizada por la presencia de microorganismos en las aguas termales de Furnas Village, en la isla São Miguel.

Las piezas, después de modeladas, son cocidas a 1.000 ºC en un horno eléctrico, e introducidas posteriormente en las aguas de la zona termal de Vila das Funas, en la isla de São Miguel Açores, durante varias semanas e incluso meses.

Los microorganismos de este hábitat producen la pigmentación que altera el color y la textura de las piezas. Este color es imposible de obtener con cualquier otro pigmento artificial; por tanto, la reproducción del color de las piezas se hace imposible debido a su imprevisibilidad, lo que aumenta su valor artístico y estético. El único agente externo entre el artista y el la naturaleza es el horno utilizado para la cocción de las piezas.

El arte en unión con la naturaleza

El uso de los campos de fumarolas de Furnas por la artista contó con el apoyo de biólogos y la aprobación de la Secretaría Regional de Recursos Naturales de las Azores (SRRN), para asegurarse de que no iba a tener un impacto en el ecosistema local.

“Este proyecto nace de una manera sencilla y sin la intención de crear algo bello, casi como una llamada de la tierra. Esta isla me transmitió su sencillez tan natural y bella. El inicio del proceso de creación fue dejarme llevar por un sentimiento de unión con la naturaleza. Mi trabajo consiste en dar forma a la arcilla y devolverlo a la Tierra, donde interactúa con los microorganismos que lo completan”, afirma María Pedro Olaio.

Parte de la singularidad del archipiélago de las Azores viene del hecho de que se formó por actividad volcánica hace millones de años. Los campos de fumarolas, como Furnas, son áreas de concentración de aguas termales asociadas a las zonas donde el magma se encuentra a baja profundidad y las rocas calientes interactúan con los acuíferos. El resultado de esta interacción son las aguas termales de intensa actividad microbiana.

Passado Imperfeito es, pues, una unión del arte con el patrimonio natural y cultural de las Azores, dando a Vila das Furnas una percepción artística y no sólo ambiental.

(Texto del catálogo de la exposición)

As Cerâmicas coloridas nas nascentes termais dos Açores irão ser expostas no Museu da Ceramica de Caldas da Rainha

Maria Pedro Olaio expõe cerâmicas criadas graças à união da arte com  micro-organismos presentes na natureza.

As Cerâmicas coloridas nas nascentes termais dos Açores irão ser expostas no Museu da Cerâmica de Caldas da Rainha

Maria Pedro Olaio é a artista responsável por uma interacção inédita com a natureza na criação de peças cerâmicas. Todo o seu trabalho acontece nos Açores, sendo o processo criativo iniciado com a utilização de argila no seu estado puro, na Ilha de Santa Maria, e a coloração realizada pela contaminação de
micro-organismos presentes nas nascentes termais da Vila das Furnas, na Ilha de São Miguel.
As peças depois de modeladas são cozidas a 1000º em forno eléctrico, e de seguida imersas nas águas da zona termal da Vila das Furnas, Ilha de São Miguel Açores, durante varias semanas ou até meses.
Os micro-organismos deste habitat produzem pigmentação que altera a cor e textura das peças. Esta cor é impossível de ser obtida com qualquer outro tipo de pigmento não natural que não o proveniente deste processo. Assim, a reprodução da coloração das peças torna-se impossível devido a sua imprevisibilidade, o que reforça o seu valor artístico e estético. O único agente externo entre a artista e a natureza é o forno utilizado para a cozedura das peças.

A arte em união com a natureza
O uso dos campos fumarólicos das Furnas pela artista contou com apoio de biólogos açorianos e da aprovação da Secretaria Regional dos Recursos Naturais dos Açores (SRRN), de forma a garantir que não teria impactos no ecossistema local.
“Este projeto nasce de uma forma simples sem a pretensão de criar algo belo, quase como um chamamento da terra. Esta ilha transmitiu-me a sua simplicidade tão natural e bela. A partida para a criação foi deixar-me levar num sentimento de união com a natureza. O meu trabalho é dar forma ao barro e devolvê-lo à terra, onde interage com microrganismos, que o finalizam”, afirma Maria Pedro Olaio.
Parte da singularidade do Arquipélago dos Açores advém do facto de ter sido formado por actividade vulcânica há milhões de anos. Os campos fumarólicos, como o das Furnas, são áreas de concentração de nascentes termais associadas a zonas onde o magma se encontra a baixa profundidade e as rochas quentes interagem com a água dos aquíferos. Como resultado desta interacção existe no habitat das nascentes termais intensa actividade microbiana.
Passado Imperfeito é, assim, uma união da arte com o património natural e cultural dos Açores, dando a Vila das Furnas uma percepção artística e não apenas ambiental.
A exposição itinerante teve a sua primeira apresentação na Academia das Artes em Ponta Delgada, em Maio de 2014 tendo depois viajado para o Mosteiro de Santa Clara a Velha em Coimbra e depois para o Museu de Aveiro, em Aveiro. Em Novembro de 2014 será inaugurada no Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha onde estará patente até Janeiro de 2015.


Sobre Maria Pedro Olaio

Nasceu em Coimbra e vive nos Açores desde 2011. Ceramista, licenciada em Cerâmica. Já expôs, entre outro locais, em Bruxelas (Bélgica), Leon (Espanha), Coimbra,  Aveiro, Madeira e Açores.

Sobre o projecto Passado Imperfeito

Passado Imperfeito é um projecto interdisciplinar com a arte e a natureza em sintonia. O projecto integra um vídeo arte realizado pela cineasta portuguesa Graça Castanheira.

Maria Pedro Olaio exhibits ceramics created through theunion of art and micro-organisms present in nature

The ceramics coloured in the thermal springs of the Azores will also be exhibited at the Ceramics Museum in Caldas da Rainha

Maria Pedro Olaio is the artist responsible for an unprecedented interaction with nature in the creation of ceramics. All her work takes place in the Azores, starting with the usage of clay in its pure state from the island of Santa Maria,  achieving the colouring through the contamination of her pieces by microorganisms present in the thermal springs of the Village of Furnas on the island of São Miguel.
The pieces, after being shaped, are fired at 1000º in an electric furnace and are afterwards immersed in the waters of the thermal area of Furnas, island of São Miguel, Azores, for a period of several weeks or in some cases even months.
The micro-organisms of this habitat produce pigmentation that alters the colour and texture of the pieces. It is impossible to obtain this effect other than through this process. Reproduction of the colouring of the pieces is impossible due to its unpredictability, reinforcing its artistic and aesthetic value. The only external agent between the artist and nature is the furnace used for firing the pieces.

Art united with nature    
The artist’s use of the fumarolic areas of Furnas was conducted with the support of Azorean biologists and with the approval of the Regional Department of the natural Resources (SRRN) to ensure that there would be no impact on the local ecosystem.
“This project was born in a simple manner without the pretence of creating anything beautiful, almost as a calling from the earth. This island has transmitted its natural and beautiful simplicity. The starting point for creating was to be swept away by a feeling of union with nature. My work is to give form to the clay and return it to earth where it interacts with micro-organisms which give it the final touch”, states Maria Pedro Olaio.
Part of the singularity of the Azores’ archipelago comes from the fact that it was formed by the volcanic activity millions of years ago. The fumarolic fields, like the ones at Furnas, are areas of concentration of thermal springs associated with areas where magma is at a low depth and warm rock interacts with water in aquifers. As a result of this interaction there is intense microbial activity in this thermal habitat.
Imperfect Past is thus a union between art and the natural and cultural patrimony of the Azores, giving to the Village of the Furnas an artistic perception as well as an environmental one.
The itinerant exhibition was first shown at the Arts’ Academy in Ponta Delgada (Azores) in May 2014, then travelled to the Monastery of Santa Clara in Coimbra and to the Museum of Aveiro. In November of 2014 it will held at the Ceramics Museum in Caldas da Rainha until January of 2015.


About Maria Pedro Olaio

Born in Coimbra and living in the Azores since 2011, she is a graduate ceramicist. She has had exhibitions, amongst other places, in Brussels (Belgium), Leon (Spain), Coimbra, Aveiro, Madeira and Azores.

About the project Imperfect Past

Imperfect Past is an interdisciplinary project with art and nature in sync. The project also has a video art piece done by the Portuguese filmmaker Graça Castanheira.

Maria Pedro Olaio

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